Motofretista

Algo muito comum é se deparar com algum motofrentista pela rua, porém, por mais que eles estejam de alguma forma bem presentes no dia a dia, nem sempre as pessoas sabem o que eles realmente fazem e como faz para ser um motofretista.

Primeiramente é importante deixar claro o que são motofretistas. O motofrentista, ou motoboy como muito é chamado, é a pessoa responsável por realizar o transporte de determinados itens, sendo motofrete a denominação dada para esse tipo de serviço.



Motofretista

Como é o serviço do motofretista

O motofrete é o transporte de diversos tipos de itens, como documentos, dinheiro, cheques, faturas, brindes e demais opções de acordo com a necessidade.

Sendo que durante esse serviço, em muitos casos há a necessidade do motofrentista realizar determinadas tarefas além do transporte, podendo até mesmo realizar pagamentos, pegar assinaturas, providenciar o devido reconhecimento de firma em determinados documentos e demais ações referentes a correios e cartórios.

Além de saber pilotar uma moto, o motoboy precisa ter diversas outras habilidades para agir de forma adequada, havendo de ser uma pessoa extremamente responsável, ágil, centrada, organizada, e que tenha a capacidade de raciocinar rápido, uma vez que, caso haja algum tipo de problema durante o procedimento ele terá que saber como resolver.

O contato do profissional nas empresas é feito geralmente com as áreas administrativas ou de pedidos, porém isso é algo que pode variar muito de local para local, dependendo da estrutura organizacional do local.

Como atuar com motofrete

Caso alguém esteja interessado em atuar com motofrete, é importante ter noção de que há uma legislação específica para isso, e que deve ser devidamente cumprida a fim de garantir a segurança.

A pessoa interessada deve ter ao menos 21 anos, além de precisar estar habilitada na categoria A há pelo menos dois anos. Encaixando-se nesses itens, é necessário que ela faça um curso de formação de motofrentista, que é gratuito e disponibilizado geralmente em horários diferenciados.

Esse curso conta com uma carga horária de 30 horas, sendo que delas 25 são de aula teórica e 5 de prática. Ele é realizado por Sest/Senat e CFCs cadastrados.

Na prática do motofrete, geralmente, costuma ser muito mais vantajoso trabalhar com empresa fixa, uma vez que ela garantirá os direitos adquiridos por meio da assinatura da carteira, e ainda garantirá um salário fixo no final mês. Já caso ele seja autônomo, muitas vezes há a necessidade de trabalhar muito mais para conseguir ganhar a renda que ganharia como fixo, além de que o dinheiro não é garantido.

Empresa desse segmento

No caso da GF Express, por exemplo, ela faz questão de contar com um número de motofrentistas fixos que tenham regime de trabalho CLT. Isso porque, além de ser ótimo para eles, também faz com que a empresa tenha maior segurança de que os itens a passarem pelo motofrete estão em boas mãos, uma vez que faz o treinamento devido com a equipe.

Vale salientar que essa empresa, além de fazer entregas por meio de motoboys, também realiza entregas de utilitários, entregas com VUC, e disponibiliza até mesmo contrato corporativo.